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quarta-feira, 14 de novembro de 2018
João Lourenço exonera oficiais generais

João Lourenço exonera oficiais generais


O Presidente da República, João Lourenço, exonerou nesta terça-feira alguns oficiais generais, depois de ter ouvido o Conselho de Defesa e Segurança.
 

Uma nota de imprensa da Casa Civil a que a Angop teve acesso hoje refere que foram exonerados os seguintes oficiais generais:
– General Maurício Amado Nzulu, do cargo de Vice-Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas para Área Social;
– General Altino Carlos José dos Santos, do cargo de Chefe da Direcção Principal de Planeamento e Organização do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– General Baltazar Diogo Cristóvão, do cargo de Chefe da Direcção Principal de Educação Patriótica do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Almirante Emílio Miguel de Carvalho Sobrinho, do cargo de Chefe da Direcção Principal de Pessoal e Quadros do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Tenente-General António de Jesus Miguel José Fernandes, do cargo de Chefe Adjunto da Direcção Principal de Educação Patriótica do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Tenente General Artur Valente de Oliveira, do cargo de Chefe Adjunto da Direcção Principal de Pessoal e Quadros do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Tenente-General João António Santana, do cargo de Consultor do Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República;
– Brigadeiro Apolinário Pedro Gaspar, do cargo de Chefe de Gabinete do Secretário de Estado para a Política de Defesa Nacional do Ministério da Defesa Nacional;
– General Francisco Lopes Gonçalves Afonso, do cargo de Comandante da Força Aérea Nacional

Nomeações
Foram nomeados pelo Presidente da República, também nos termos da Constituição da República e ao abrigo da Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas, depois de ouvido o Conselho de Defesa e Segurança, os seguintes oficiais generais:
– General Altino Carlos José dos Santos, para o cargo de Comandante da Força Aérea Nacional;
–  General João António Santana, para o cargo de Chefe do Estado Maior General Adjunto das Forças Armadas Angolanas para a Educação Patriótica;
– Almirante Emílio Miguel de Carvalho Sobrinho, para o cargo de Vice Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas para a Área Social;
– Tenente General Artur Valente de Oliveira, para o cargo de Chefe da Direcção Principal de Pessoal e Quadros do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Tenente General António de Jesus Miguel José Fernandes, para o cargo de Chefe da Direcção Principal de Educação Patriótica do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Tenente General Apolinário Pedro Gaspar, para o cargo de Chefe de Gabinete do Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas;
– Contra-Almirante Eduardo Henriques da Silva, para o cargo de Chefe de Gabinete do Secretário de Estado para a Política de Defesa Nacional do Ministério da Defesa Nacional;

Exonerações de oficiais comissários
O Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, nos termos da Constituição da República, ao abrigo da Lei que regula os Postos e Distintivos da Polícia Nacional e ouvido o Conselho de Segurança Nacional, exonerou os oficiais comissários abaixo indicados:
– Comissário Paulo André Francisco, do cargo de Director do Gabinete do Comandante Geral da Polícia Nacional;
– Comissário João Baptista Martins Ginga de Almeida, do cargo de Comandante da Polícia de Protecção de Objectivos Estratégicos da Polícia Nacional;
– Sub-Comissário Augusto Vasco Sandundo, do cargo de Chefe do Gabinete do Segundo Comandante Geral da Polícia Nacional;
– Sub-Comissário Waldemar Paulo da Silva José, do cargo de Director Adjunto do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais da Polícia Nacional.

Nomeações  de oficiais comissários 
Foram nomeados pelo Presidente da República os Oficiais Comissários da Polícia Nacional abaixo designados, depois de ouvido o Conselho de Segurança Nacional;
– Comissário-Chefe João Baptista Martins Ginga de Almeida, para o cargo de Comandante da Polícia de Guarda Fronteiras da Polícia Nacional;
– Comissário Augusto Vasco Sandundo, para o cargo de Director de Gabinete do Comandante Geral da Polícia Nacional;
– Comissário Sebastião Cambinda, Director de Logística do Ministério do Interior para, cumulativamente, exercer o cargo de Director Nacional de Logística da Polícia Nacional;
– Comissário Paulo André Francisco, para o cargo de Conselheiro do Comandante Geral da Polícia Nacional;
– Sub-Comissário Waldemar Paulo da Silva José, para o cargo de Director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério do Interior.

Promoções  de oficiais comissários e superiores
O Presidente da República, na qualidade de Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, exarou uma ordem a promover os Oficiais Comissários e Superiores abaixo designados:
Ao Posto Policial de Comissário Chefe: Comissário João Baptista Martins Ginga de Almeida, Comandante da Polícia de Guarda Fronteiras de Angola;
Ao Posto Policial de Comissário: Sub-Comissário Augusto Vasco Sandundo, Director de Gabinete do Comandante Geral da Polícia Nacional;
Ao Posto Policial de Sub-Comissário: Superintendente-Chefe Divaldo Júlio Martins, Comandante da Polícia de Protecção de Objectivos Estratégicos da Polícia Nacional;  e  Superintendente-Chefe Amadeu Narciso Lucamba Bentes, Chefe do Gabinete do 2º Comandante Geral da Polícia Nacional.

Reforma por limite de idade
Em ordem igualmente exarada pelo Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, foram licenciados do Serviço Militar Activo passando à reforma por limite de idade os Oficiais Generais Baltazar Diogo Cristóvão e Maurício Amado Nzulo;
Na Polícia Nacional, foi licenciado à reforma também através de uma Ordem assinada pelo Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas o Comissário Geral Armindo Fernandes do Espírito Santo Vieira.

Estrangeiros em Luanda dizem ser “multicaixas” de polícia e agentes do SIC

Estrangeiros em Luanda dizem ser “multicaixas” de polícia e agentes do SIC


Activistas marcam manifestação para o dia 17 em apoio a vendedeiras que são alvo da Operação Resgate
Milhares de cantinas pertencentes a cidadãos estrangeiros, maioritariamente do Mali, estiveram encerradas na terça-feira, 6, no dia em que arrancou a Operação Resgate com os seus proprietários a dizerem que estavam com medo das autoridades policiais.
Alguns queixam-se de serem “multicaixas da polícia”, enquanto vendedeiras angolanas também se queixam das acções das autoridades.
Alguns elementos do auto-denominado Movimento Angolano Revolucionário marcou para o próximo dia 17 uma manifestação contra o que diz ser “agressões contra as vendedeiras”.
As cantinas voltaram a abrir as portas em Luanda, para satisfação dos moradores, mas os seus donos ainda temem pelo seu futuro.
“O medo continua… ontem era pior, mas ainda estamos com medo”, disse à VOA um cidadão do Mali, enquanto outro da Costa do Marfim apontou o dedo à polícia mesmo antes do início da Operação Resgate.

Vendedores ambulantes temem que Operação Resgate combata os pobres

“Nós, os estrangeiros em Angola, já nos tornámos nos multicaixas dos policias, de agentes do Serviço de Investigação Criminal e até fiscais de obra, todos entram nas cantinas”, denunciou.
A VOA contactou Orlando Bernardo, porta-voz do comando-geral da Polícia Nacional de Angola, para responder às acusações que pensam sobre os agentes da policia mas não obtivemos qualquer resposta.

Detido em flagrante cidadão chinês que estava a vender 300 caixões usados em Luanda

Detido em flagrante cidadão chinês que estava a vender 300 caixões usados em Luanda

A detenção do cidadão chinês surgiu no âmbito da Operação Resgate que visa repor a autoridade do Estado no país e sobre a qual a Polícia Nacional fez, na terça-feira, um balanço da sua primeira semana.

A proveniência dos caixões, que tipo de uso tiveram e a forma como foram obtidos pelo detido na sua posse não foram divulgados pela PN porque ainda estão em curso investigações para apurar esses dados.

De acordo com Orlando Bernardo, até agora a operação, na perspectiva da Polícia Nacional, teve “resultados satisfatórios” porque nos primeiros sete dias foi possível aumentar a arrecadação de receitas do Estado, melhorar a fluidez e segurança no trânsito rodoviário em todo o país, bem como no saneamento de alguns locais habitualmente utilizados para a venda ilegal na via pública.

“Notamos que houve abandono voluntário dos locais habituais de venda ambulante”, disse, acrescentando que muitos cidadãos nacionais e estrangeiros encerraram voluntariamente os seus estabelecimentos comerciais e de minimercados devido à falta de documentação regularizada.

“Há uma grande afluência de cidadãos aos postos de atendimento da Administração Geral Tributária (AGT) e das administrações municipais e temos o conhecimento que existe uma grande dificuldade destas em dar resposta às preocupações dos cidadãos devido ao grande fluxo gerado por esta operação”, disse ainda.

No âmbito do comércio, o responsável fez saber que as forças da ordem “procederam à apreensão de seis armas de fogo de duas empresas privadas de segurança, cinco acessórios diversos de viaturas de proveniência duvidosa em Luanda, 4.200 litros de lubrificantes na via pública e, entre outras apreensões, de 400 cartões para telemóvel”.

No que diz respeito à saúde, o oficial afirmou que foram encerrados “três locais de tratamento dentário por más condições de funcionamento, bem como aplicação de seis multas por falta de situação tributaria regularizada, na província de Luanda”.

No domínio do ambiente, oficial apontou a “detenção em flagrante delito de quatro cidadãos por exercício ilegal de caça furtiva nos parques nacionais da Quiçama e Cangandala e a apreensão de 32 munições de AKM e duas tendas”.

Orlando Bernardo salientou, no entanto, que, no domínio da cultura, as autoridades competentes procederam “ao encerramento de 34 templos religiosos e cinco locais de culto, sendo 19 em Cabinda, 11 em Luanda e quatro em Malanje, que funcionavam sem documentação e em locais inapropriados”.

No sector da energia e águas, o responsável assegurou que o SIC realizou a detenção de três elementos por destruição de condutas de água, desactivação de cinco focos de garimpo de água, demolição de um tanque de abastecimento de água impropria para consumo humano, a apreensão de sete viaturas, 10 electrobombas, 12 motobombas e aplicação de três multas na província de Luanda.

Já no domínio da criminalidade violenta, o porta-voz da operação declarou que a forças policiais procederam à detenção de 509 elementos suspeitos da pratica de crimes diversos, dos quais 247 por mandados de detenção, o que permitiu o esclarecimento de 471 crimes, sendo seis por homicídio voluntário, nove por violação sexual, 92 por ofensas corporais, 53 por roubo, 77 por furto, quatro por caça furtiva e um por usurpação de parcela de terra.

Das detenções realizadas, destacam-se, segundo Orlando Bernardo, a detenção de seis cidadãos nacionais por posse ilegal de arma de fogo e apreensão das mesmas na província de Luanda.

“Foram igualmente detidos três cidadãos estrangeiro, dois da República Democrática do Congo (RDC) e um da República Centro Africana (RCA), por roubo e posse ilegal de 245 metros de cabos eléctricos, 60 tubos plásticos, 15 pneus, um gerador industrial, dois facos de mergulhador, uma boiá de borracha e três viaturas em posse dos mesmos nos municípios de Chitato e Lucapa, província da Lunda Norte… os mesmos foram entregues ao Serviço de Migração e Estrangeiro (SME) para procedimentos administrativos”, explicou.

Foram também apreendidas 47 armas de fogo, entre estas 25 AKM e duas Uzy.

Por outro lado, o responsável fez saber ainda que a PN e o SIC realizaram a apreensão de cinco toneladas de acessórios de viaturas com proveniência duvidosa, 4.304 litros de lubrificantes, 20.000 mil litros de combustível, 2.644 metros de cúbicos de toros de madeiras, 375 tábuas de madeira e 536, 455 quilogramas de liamba.

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terça-feira, 13 de novembro de 2018
sábado, 10 de novembro de 2018
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018
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